26 – A Formosa Jerusalém
1 Quão glorioso, cristão, é pensares Na
cidade que não tem igual,
Onde os muros são de puro jaspe, E as
ruas de ouro e cristal; Pensa como será
glorioso
Ver-se a triunfal multidão,
Que cantando, aguarda a chegada Dos
que vencem a tribulação.
2Pensa como será glorioso
Ver o rio da vida e luz,
Cujas margens juncadas de lírios, São a
glória de nosso Jesus; Haverá lá
perpétua aurora,
Pois Deus mesmo a alumiará; E o
Cordeiro, com Sua esposa, Noite e dia
resplandecerá.
3 Pensa na celestial melodia Que a
terra encherá, de Beulá; E das harpas a
doce harmonia Ao passar o Jordão se
ouvirá.
Mesmo em dores que levem à morte, Sê
constante, não voltes atrás, Tua
herança, tua eterna sorte,
E Jesus, o Fiel, o Veraz.
4 Se é glorioso pensar nas grandezas,
Nos prazeres que acodem aqui,
Qual será desfrutar as riquezas Que
esperam os salvos, ali?
Os encantos do mundo não podem
Ofuscar essa glória d'além; Não almejas
viver, õ amigo,
Nessa formosa Jerusalém?
